Green Cards EB-2 e EB-3: O que Profissionais Corporativos Devem Saber

Shirin Navabi • June 26, 2025

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Como escritório de advocacia especializado em imigração, auxiliamos regularmente profissionais altamente qualificados que trabalham nos Estados Unidos com vistos temporários de trabalho, como o H-1B, e que buscam um caminho para a residência permanente. Para muitos desses indivíduos, as categorias de green card baseadas em emprego EB-2 e EB-3 são as mais utilizadas — e frequentemente mal compreendidas. Embora ambas sejam vias viáveis para a residência permanente, elas diferem de maneiras significativas que podem impactar o tempo de processamento, a elegibilidade e a estratégia geral do seu caso.

A categoria EB-2 é voltada para indivíduos que possuem um diploma avançado ou que demonstram habilidade excepcional em sua área. A maioria dos candidatos se qualifica por ter um diploma de mestrado (ou superior) ou um diploma de bacharelado acompanhado de pelo menos cinco anos de experiência progressiva na profissão. Existe também uma subcategoria dentro do EB-2 chamada National Interest Waiver (NIW – Isenção por Interesse Nacional), que permite que indivíduos qualificados solicitem o green card sem o patrocínio de um empregador, caso seu trabalho traga benefícios substanciais para os Estados Unidos. Esse caminho é especialmente relevante para pesquisadores, empreendedores e profissionais em áreas de alto interesse nacional ou críticas para a missão do país.

Em contraste, a categoria EB-3 abrange profissionais com diploma de bacharelado, bem como trabalhadores qualificados com pelo menos dois anos de treinamento ou experiência. Embora o requisito educacional para o EB-3 pareça menos rigoroso, o processo é igualmente estruturado. Uma distinção importante entre EB-2 e EB-3 está nos requisitos da vaga de trabalho oferecida e não apenas nas qualificações do candidato. Por exemplo, se a vaga exigir apenas um diploma de bacharelado, mesmo um candidato altamente qualificado com mestrado pode ainda se enquadrar na categoria EB-3.

Independentemente da categoria, a maioria dos processos de green card baseados em emprego começa com a certificação trabalhista PERM. Este é um procedimento formal supervisionado pelo Departamento do Trabalho dos EUA, no qual o empregador deve testar o mercado de trabalho e demonstrar que não há trabalhadores americanos disponíveis, qualificados e dispostos a ocupar a vaga. O empregador também deve concordar em pagar o salário prevalente conforme determinado pelo Departamento do Trabalho. Esta etapa é obrigatória e altamente sensível a detalhes; imprecisões na descrição do cargo, nos passos de recrutamento ou na determinação salarial podem causar atrasos significativos ou até mesmo a negação do pedido.

Após a aprovação da certificação PERM, o empregador apresenta o Formulário I-140, a Petição de Imigrante para Trabalhador Estrangeiro. Essa petição confirma que o funcionário atende aos requisitos da vaga oferecida sob a categoria EB-2 ou EB-3, e que o empregador tem capacidade financeira para fornecer o cargo conforme descrito. Se a data de prioridade do funcionário — que é baseada na data em que o PERM foi protocolado — estiver atual de acordo com o Visa Bulletin do Departamento de Estado, o indivíduo poderá então apresentar o Formulário I-485 para ajustar seu status para residente permanente legal.

Um dos aspectos mais complexos desse processo envolve compreender como as datas de prioridade e os atrasos de vistos afetam o cronograma. Para candidatos de países com alta demanda, como Índia ou China, atrasos significativos são comuns — especialmente na categoria EB-2. Paradoxalmente, há momentos em que a categoria EB-3 avança mais rápido, levando alguns candidatos a protocolarem uma segunda petição I-140 sob o EB-3, mantendo a data de prioridade original. Essa estratégia pode ser eficaz, mas requer planejamento jurídico cuidadoso para ser executada corretamente.

Outro fator estratégico importante é a portabilidade. Se sua solicitação I-485 estiver pendente há pelo menos 180 dias e sua petição I-140 já tiver sido aprovada, você poderá ser elegível para mudar de empregador sob as disposições de portabilidade do AC21, desde que o novo cargo esteja na mesma ou em uma ocupação similar à anterior. Essa flexibilidade pode ser fundamental para profissionais que passam por mudanças de emprego ou promoções durante o longo processo de obtenção do green card.

Em última análise, a escolha entre EB-2 e EB-3 não diz respeito a prestígio, mas sim ao alinhamento entre suas qualificações, os requisitos da vaga e seu histórico imigratório, considerando os padrões legais atuais e as condições de mercado. A estratégia correta depende não apenas da sua formação e experiência, mas também dos seus objetivos profissionais de longo prazo e do seu país de origem.

No nosso escritório, trabalhamos lado a lado com empregadores e funcionários para desenvolver estratégias de imigração personalizadas que otimizem o processo e evitem contratempos desnecessários. Se você é um profissional corporativo avaliando suas opções de green card ou um empregador se preparando para patrocinar um membro-chave da equipe, oferecemos o conhecimento e a experiência necessários para conduzir seu caso com confiança.

Este blog não se destina a fornecer aconselhamento jurídico e nada aqui deve ser interpretado como estabelecimento de um relacionamento advogado-cliente. Por favor, agende uma consulta com um advogado de imigração antes de agir com base em qualquer informação lida aqui.

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Shirin Navabi


By Juliana LaMendola • September 22, 2026
On September 14, 2026, the U.S. District Court for the District of Massachusetts issued a nationwide preliminary injunction in Presidents' Alliance on Higher Education and Immigration v. U.S. Department of Homeland Security , halting the implementation of the Department of Homeland Security (DHS) final rule that was scheduled to eliminate “duration of status” (D/S) on September 15, 2026. As a result of this nationwide order, DHS is blocked from enforcing fixed periods of admission for F-1 students, J-1 exchange visitors, and I media representatives while the litigation moves forward. Because the current “duration of status” framework remains in full effect, F, J, and I visa holders are not required to file Form I-539 extension of stay applications to remain in valid status beyond program end dates at this time. Furthermore, restrictions on academic transfers, constraints on enrolling in second programs at the same degree level, 240-day caps on continued employment while extensions are pending, and shortened grace periods do not apply during the injunction. F-1 nonimmigrants retain the full 60-day post-completion grace period, and J-1 holders maintain their 30-day grace period. However, please note that this preliminary injunction is not a final ruling invalidating the rule , and a status conference is scheduled for October 2, 2026, to determine next steps in the litigation. Immediate Practice Tips: Inspect I-94 Travel Records Upon Reentry: F, J, and I visa holders currently admitted under D/S retain their status and should continue to be readmitted under D/S following international travel until the injunction is lifted. However, because the I-94 record controls legal stay, travelers must inspect their CBP-issued Form I-94 immediately upon reentry to confirm the "Admit Until Date" states "D/S" rather than a specific expiration date. If a specific date is mistakenly recorded, contact a local CPB Deferred Inspection Site. Notify HR and Review Workplace Compliance: Employers sponsoring F-1 or J-1 employees should inform HR and hiring managers that the September 15 fixed-period rule is postponed and standard D/S rules govern. This development does not alter standard filing windows or Form I-9 verification procedures for post-completion OPT or STEM OPT extensions.  Maintain Operational Readiness and Defer Unnecessary Filings: Visa holders and employers should defer travel or filing strategy decisions made solely in anticipation of the fixed-admission rule. Because DHS may appeal or the court could alter the timeline on short notice, institutions and visa holders should maintain readiness to adjust plans if implementation resumes. There are many evolving components to this litigation. If you are an F-1, J-1, or I visa holder, sponsoring institution, or employer, you should proactively coordinate with your international student office and legal counsel to protect your status and monitor upcoming court proceedings.
By Juliana LaMendola • September 3, 2026
The Department of Homeland Security (DHS) published its final rule eliminating the longstanding "duration of status" (D/S) policy for F, J, and I visa holders, replacing it with a fixed period of admission effective September 15, 2026. This rule requires that those who need additional time to complete their programs must file Form I-539 with USCIS or travel abroad and seek to reenter to extend their authorized period of stay. F and J visa holders present in the U.S. and in valid status on September 15, 2026, will be allowed to remain in the United States until the Program End Date listed on their current Form I-20 (for F-1s) or Form DS-2019 (for J-1s), up to a maximum of four years (until September 15, 2030) plus a 60-day grace period for F-1s and a 30-day grace period for J-1s, without filing an Extension of Status request with USCIS. However, this safety net only applies while staying in the U.S.; international travel and subsequent reentry after September 15, 2026 will result in readmission under the new rule with an I-94 that expires on the Program End Date or Employment Authorization Document (EAD) expiration, but no later than four-years after their date of re-entry. Additionally, once re-admitted under the new rules, F-1s will only receive a 30-day grace period. Immediate Practice Tips: Any F-1 or J-1 nonimmigrant currently in the U.S. who plans to change programs, start a new degree level, or needs more time to complete their studies must work with their school or program sponsor to update their SEVIS record and receive an extended Form I-20 or DS-2019 before September 15, 2026. Eligible F-1 students should submit their post-completion OPT or STEM OPT work authorization applications (Form I-765) before September 15, 2026, to secure their status and drastically reduce the likelihood of needing a Form I-539 extension application. Any F-1 student who is eligible to apply for OPT or STEM OPT before March 18, 2027, should do so as soon as they are eligible to file their Form I-765. Since F-1s can file OPT applications up to 90 days in advance of graduation, F-1 students graduating before June 15,2027, should be able to file their OPT applications before March 18, 2027, and should do so to avoid also having to file Form I-539 to extend their stay. Thus, most F-1 students graduating in December 2026 and May/June 2027 should be able to take advantage of the transition rule’s delay in having to file Form I-539 applications and should only need to file Form I-765 to apply for OPT. Incoming F-1 and J-1 students who can enter the United States before the September 15, 2026 effective date (within the permissible 30-day window prior to their program start) should do so to benefit from the transition rules, including the full 60-day F-1 grace period and deferred extension requirements. Students (F-1 and J-1) who are planning international travel should return before the effective date if possible to preserve their transition benefits.  There are many parts of the rule that are not discussed here. If you are currently an F-1 or J-1 visa holder, you should proactively coordinate with your institutions and international office to protect your status and stay informed.
By Kris Quadros-Ragar • August 27, 2026
U.S. Citizenship and Immigration Services (USCIS) has released updated policy guidance detailing how officers will evaluate "public charge" inadmissibility for individuals applying for green cards through adjustment of status. This update follows a Department of Homeland Security (DHS) final rule that rescinds the 2022 public charge regulations. The new policy takes effect on September 18, 2026 , and applies to all green card applications (Form I-485) postmarked or submitted on or after that date. Who Is Subject to the Public Charge Rule? Most family-based and employment-based green card applicants will be subject to the public charge ground of inadmissibility. This includes spouses, children, and parents of U.S. citizens or legal permanent residents, as well as most employment visa preference categories, investors, and diversity visa applicants. Certain categories remain explicitly exempt under immigration law. These include: Asylees and refugees Victims of human trafficking (T visa) or crime (U visa) Violence Against Women Act (VAWA) self-petitioners Special Immigrant Juveniles Temporary Protected Status (TPS) applicants Certain military-related applicants and other designated humanitarian groups How USCIS Will Make Determinations USCIS officers will evaluate whether an applicant is likely to become a public charge by reviewing the totality of their circumstances on a case-by-case basis. Key factors include: Five Statutory Factors: Age, health, family status, assets/financial resources, and education or skills. Affidavit of Support: Submission of Form I-864 executed by a sponsor. Use of Public Benefits: USCIS will look at means-tested public benefits, such as cash assistance for income maintenance, housing assistance, food stamps (SNAP), or college financial aid. Note on timing: For benefits received before September 18, 2026, USCIS will only consider public cash assistance for income maintenance and long-term institutionalization at government expense. For benefits received on or after September 18, 2026, the broader consideration of all listed means-tested benefits will apply. Public Charge Bonds If an officer determines that an applicant is inadmissible solely on public charge grounds, USCIS may issue a Notice of Intent to Deny that invites the applicant to post a public charge bond using Form I-945. If an invited applicant successfully posts the required cash or surety bond, USCIS may approve the application for permanent residence. Public charge bonds can only be submitted if explicitly invited by USCIS. Santos Lloyd Law Firm will continue to monitor immigration developments closely and provide updates as further implementation details are released. For more information, please access: https://www.uscis.gov/newsroom/alerts/uscis-issues-guidance-on-making-public-charge-inadmissibility-determination
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